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Notícias Esportivas

Kamaru Usman domina Tyron Woodley e conquista o cinturão dos meio-médios

Kamaru Usman domina Tyron Woodley e conquista o cinturão dos meio-médios

08 Março 2019por Stefano De Luca

Chegou ao fim a era de Tyron Woodley como campeão da categoria dos meio-médios do UFC. Aos 36 anos de idade, o veterano americano era o detentor do cinturão da divisão desde julho de 2016, quando destronou Robbie Lawler com um nocaute no primeiro round. Desde então, ele havia defendido o seu cinturão com sucesso em quatro lutas.

Neste último final de semana, porém, Tyron foi surpreendido por Kamaru Usman. O nigeriano de 31 anos mostrou muito repertório e muita resistência, dominando o campeão durante os cinco assaltos, vencendo com tranquilidade, na decisão unânime dos jurados, com parciais de 50-44, 50-44 e 50-45. Novo campeão da categoria dos meio-médios, Kamaru Usman fez história ao se tornar o primeiro africano campeão de uma das divisões do UFC.

Muitos esperavam um duelo disputadíssimo na T-Mobile Arena, em Las Vegas. Era notório que Usman seria o desafiante mais perigoso que Woodley já havia enfrentado, mas poucos esperavam um massacre como o que aconteceu. Dominante do início ao fim, o africano não deu chances ao americano, vencendo os cinco rounds da luta com tranquilidade.

O duelo valia o cinturão dos meio-médios do UFC e foi o Co-Main Event de um bastante estrelado UFC 235, que contou ainda com Jon Jones defendendo o seu cinturão, Ben Askren estreando no Ultimate e Johnny Walker dando show mais uma vez.

Esta foi a décima luta de Kamaru Usman pelo UFC. Até o momento, ele segue invicto na organização. Antes de destronar Tyron Woodley, ele já havia superado nomes de peso, como Rafael dos Anjos e Demian Maia. O nigeriano disputou 16 lutas como profissional de MMA, tendo vencido 15 destes duelos. Usman não perde uma luta desde meados de 2013, quando foi finalizado por José Caceres.

Já Tyron Woodley, por sua vez, voltou a perder uma luta após quase cinco anos. Seu último revés havia sido em maio de 2014, quando foi superado por Rory MacDonald, também na decisão unânime dos jurados. Dede então, o americano havia engatado seis triunfos e um empate, diante de Stephen Thompson. Ele perdeu o cinturão dos meio-médios, o qual ostentava desde julho de 2016.

- Eu talvez não seja o melhor striker do mundo e também não sou o melhor wrestler do mundo, mas quando se mistura tudo, eu sou o melhor de todos. Quando a minha filha nasceu, ascendeu um fogo dentro de mim. Papai fez tudo isso. Quando você crescer, quero que se lembre de tudo isso. – disse Usman, dedicando a vitória a sua filha, cuja mãe é brasileira.

Na coletiva de imprensa pós-luta, Usman destacou o bom momento vivido pelos lutadores africanos do UFC recentemente. O novo campeão da organização tratou de exaltar alguns amigos, casos de Israel Adesanya e Francis Ngannou.

- O Israel é o cara. Ele tem um talento raro. Eu o conheci antes do UFC. Me disseram que havia um outro nigeriano. Eu imaginei que ele iria bem no UFC e aqui estamos agora. Pode ser que a Nigéria tenha dois títulos ao mesmo tempo. Já pensou. Quando vocês imaginariam isso? Menciono também o Francis Ngannou, que é camaronês. Então no ano que vem, pode ser que tenhamos três cinturões com lutadores africanos. – comemorou o nigeriano.

Novo campeão do UFC, Kamaru Usman embolsou uma bolsa de US$ 350 mil, menos que os US$ 500 mil recebidos pelo ex-campeão Tyron Woodley. Quem também levou US$ 500 mil para casa foi Jon Jones, que superou Anthony Smith em duelo que valia o cinturão dos meio-pesados. Smith, por sua vez, embolsou US$ 350 mil. O mesmo valor foi recebido pelo estreante Ben Askren, que suou para derrotar o ex-campeão Robbie Lawler, que por sua vez levou US$ 200 mil para casa.

Kamaru Usman domina Tyron Woodley e conquista o cinturão dos meio-médios

JON JONES VENCE ANTHONY SMITH E MANTÉM O CINTURÃO DOS MEIO-PESADOS

Jon Jones esteve longe de empolgar, mas venceu Anthony Smith e manteve o cinturão dos meio-pesados do UFC. O duelo, que foi o Main Event de um empolgante UFC 235 acabou deixando um gosto amargo na boca dos fãs. Isso porque Jones e Smith travaram um duelo com poucas emoções, ficando bem aquém do imaginado. A luta foi ofuscada pelos duelos anteriores, que foram mais legais.

Com facilidade, mas sem brilho, Jon Jones dominou Anthony Smith durante os cinco rounds em Las Vegas, vencendo com um triplo 48-44 na decisão unânime dos jurados. Com o triunfo, Jones agora conta com um impressionante cartel de 24 vitórias em 26 lutas. Já Anthony Smith, que vinha de três triunfos seguidos, perdeu pela 14ª vez em 45 lutas.

- O MMA é um esporte difícil. Em alguns dias você surpreenderá e em outros não conseguirá atingir o nível que espera. Eu vejo agora porque chamam o Smith de “Coração de Leão”. Ele é um cara muito duro, bastante determinado. Ele é o exterminador. – elogiou Jones, após o final da luta, admitindo um desempenho aquém do esperado.

Empolgante, o UFC 235 contou com as duas disputas de cinturão mencionadas acima e ainda nos proporcionou com outras épicas lutas. Em sua estreia no UFC, Ben Askren sobreviveu a uma verdadeira blitz de Robbie Lawler, vencendo por finalização ainda no primeiro round. Na luta que abriu o Main Card da noite, o brasileiro Pedro Munhoz chocou a todos ao nocautear o ex-campeão dos galos Cody Garbrandt. No Card Preliminar, quem roubou as atenções foi Johnny Walker. Em grande fase, o brasileiro conseguiu mais um nocaute relâmpago, derrubando Misha Cirkunov com uma joelhada voadora em apenas 36 segundos de luta.

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Foto de capa: ESTHER LIN/MMA FIGHTING

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