Superstições para garantir um Ano Novo de sucesso

Entra ano, sai ano, mas as superstições para garantir que os próximos 12 meses sejam repletos de amor, sucesso e dinheiro continuam. E por que não investir em uma roupa nova ou pular sete ondinhas para ter tudo o que deseja em 2018, certo? Para te ajudar, o Blog Betmotion separou algumas simpatias para você fazer na virada. Confira:

Dê pulinhos: Se você vai passar a virada na praia, essa é de lei. Sendo uma das mais populares e mais simples basta ir até o mar e pular sete ondas. Elas representam os seus desejos para o ano que está chegando. O gesto também é uma homenagem a Iemanjá, considerada a Rainha do Mar. Agora, se não estiver no litoral, encha a sua taça com champagne e em seguida dê três pulinhos sem derramar nenhuma gota. Depois, jogue o líquido pra trás e, o mais importante, não olhe nessa direção.

Escolha bem os alimentos da ceia: Para esta superstição está proibido o consumo de aves, pois uma vez que a galinha cisca pra trás, isso pode te levar ao retrocesso. O recomendado é comer porco, já que o animal fuça pra frente e é para onde você quer ir, né? Além disso, a lentilha e a uva também estão no topo desta lista. Além do sabor, elas representam fartura e garantem dinheiro.  

Tenha notas e moedas: Quer ter dinheiro em 2018? Então atenção: não passe o Ano Novo com os bolsos vazios. Também vale cumprimentar as pessoas com uma moeda na mão, e, nesse momento, mentalize prosperidade financeira para você e para o seu amigo.

Escolha a cor da roupa: Você pode usar amarelo para riqueza; verde para esperança; vermelho para paixão; branco para a paz e azul para paz de espírito. Essa dica também vale para as roupas íntimas que, de preferência, devem ser novas.

Para atrair viagens, carregue uma mala: Existem pessoas que acreditam que, para ter muitas oportunidades de viagens e turismo no novo ano, basta dar uma volta no quarteirão depois da meia-noite, carregando uma mala vazia. Além disso, é preciso dar tchau para as pessoas que encontrar pelo caminho. Essa é uma tradição bastante comum no Peru, na Colômbia e na Venezuela.